terça-feira, 22 de março de 2022

CUIDAR DA DOENÇA

CUIDAR DOS DOENTES É UMA TAREFA SUBLIME.
ESCUTAR  UM PRESIDENTE, BURRO E TONTO SUGERIR "Ômicron é bem-vinda e pode sinalizar o fim da pandemia", DE FATO É PRÁ ACABAR COM O PEQUI DE  GOIÁS -  UMA ABERRAÇÃO - ANOMALIA. 
 

Ninguém deve esperar as pessoas adoecerem para ajudar. Ter compaixão dos doentes, acamados, tristes e oprimidos é uma tarefa sublime, ter cuidado e prevenir uma doença é de fato, também um ato nobre, isso é uma atitude brilhante e demasiadamente humana.

Estamos numa época chata, difícil de viver e conviver, a natureza do ambiente não ajuda, ainda em aulas on-line, ontem, (21/01/2021) percebi uma coisa estranha, nunca tinha acontecido, 12 avisos no whatsapp,  "não consigo acompanhar a aula professor". O cansaço REINANDO NO AR, é claro que isso, em certo sentido, faz parte de nossas vidas, mas, esses últimos dois anos, e também é compreensível, devido a pandemia, entretanto, o cansaço,  o stress - estresse, aliado "a gripe", a "febre", a fraqueza corporal - as dores no corpo, o desalento é uma realidade não salutar. Caramba, se é difícil filosofar em bom tempo, como criar conceitos com cabeça cheia de tormentos? Viva Nietzsche!

Ficou muito evidente essa situação ontem, não foi uma ou duas estudantes, uma classe quase inteira. Pelo menos, 12 avisos recebi no whatsapp de estudantes que  estavam ou no 'SUS' ou em casa, tentando recuperar. Daí tirei um  tempinho dá aula para receitar um chá caseiro para a turma.
Ainda bem que as mortes cessaram a intensidade, graças a vacina, enfatizo,  mas, acomodar com essa situação  é loucura. Um ministro da saúde mentiroso e que não cuida da saúde é horrível, não é salutar. Atesta o site da UOL sobre ele;

"Em resposta a uma declaração enganosa do ministro da saúde Marcelo Queiroga sobre o efeito das vacinas contra a covid-19, o termo  “Queiroga Mentiroso” ocupou os trending topics do Twitter na manhã desta quarta-feira (19). A declaração do chefe da saúde chegou a resultar em respostas de repúdio de parlamentares na rede social"

Diferente de muitos que fazem parte dessa loucura, encontramos  algumas pessoas  equilibradas, ontem mesmo  ouvi uma frase muito significativa:

“Em meio a um cenário que aponta claramente para o avanço da variante Ômicron, ainda há pessoas dizendo que a pandemia está acabando, que a chegada da variante sinaliza o fim da pandemia. Os números não mostram isso”. (Antonio Barra Torres, almirante e presidente da Anvisa)

Cara, ou tomamos consciência dessa situação ou vamos sofrer muito mais. É mais fácil cuidar antes de qualquer enfermidade, depois complica, isso é óbvio, não para todos. Escutei também de uma estudante universitária, ela dizia que na sua casa parecia reinar uma certa dúvida em relação a vacina. Caramba! Gente do céu, na vacina não tem chip algum, se tomar a vacina é evidente que você não vira jacaré. A  palavra de um presidente deveria ser honesta e verdadeira. O traste só fala ao cercadinho, nunca ouvi de sua boca um acalanto ao povo
...o cara só comunica ao cercadinho, nem da boca nem da sua política  sai coisa boa nada presta, é como ele mesmo afirma: "Tudo aqui é uma desgraça".

Estou aqui para dizer a verdade, não para fazer fake, não tenho tendência para covardes,  menos ainda para ara ser covardes ou coisa parecida, não escondo atrás de nada e não tenho sangue de barata...

domingo, 20 de março de 2022

A NOSSA IMAGEM E SEMELHANÇA

FAÇAMOS O DEUS À NOSSA IMAGEM E SEMELHANÇA. (Escutaram bem no vídeo - o senhor não é Deus presidente..., o  bolsominio defende na hora... É SIM.

A capacidade de fazer distinção das coisas, de distinguir, o verdadeiro do falso é exatamente, o que chamamos de “bom senso ou de razão,” não sou eu que afirmo isso. Foi o filósofo Descartes, (1596 - 1650) que escreveu  bem no início de seu livro, “Discurso do Método.” 
Essa capacidade de distinguir, o jumento do cavalo, a serpente do cachorrinho, a borboleta da traça, a iena da girafa, o porco do coelho, o limpo do sujo, o preto do branco e de todas as outras distinções, sobretudo, as coisas que “nos edificam” das que “não edificam” é, de fato, o raciocínio, a mente. É isso que nos difere dos outros seres.  Desse modo, o que, obviamente nos causa complexidade é a diversidade das nossas opiniões, mas, a diversidade de nossas opiniões não “provem de sermos mais racionais que os outros.” Longe disso, não é a nossa inteligência ou a falta dela que propicia essa distinção. 

Tenho certeza que você conhece pessoas que nunca frequentaram escola, contudo, carregam dentro de si, a “capacidade de distinção e clareza”, um “comportamento sereno e lúcido”, espalham abundantemente, “sabedoria, discernimento e gentileza. Você também conhece pessoas estudadas e preparadas nas melhores escolas e universidades do país e do mundo, essas também trazem essa marca da racionalidade,  generosidade e bondade. 

Eu não sei como explicar isso, estar ao lado dessas  pessoas é muito bom, estamos protegidos,  ou, mesmo, quando nelas pensamos, de fato, eu não sei como explicar isso. Essas pessoas iluminam o nosso amanhecer, irradiam alegria e energia suficiente para toda vida, de tal forma que a luz parece nunca apagar; e, quando elas se vão, mesmo assim, continuam a iluminar  e aquecer aquele espaço. Ficamos tranquilos e serenos ao lado delas. Estar ao lado de gente assim, é uma coisa indescritível, parece que estamos seguros diante de qualquer tempestade.   

Por outro lado, tem uma tropa doente e delirante (mundialmente) assombrando os outros todos os dias, são pessoas inseguras, fracassadas, amargas, insensíveis, frias, infelizes, grossas, egoístas,  essencialmente chatas, calculistas, moralistas, enfadonhas, insolentes, injustas, mal educadas,  “falam” sem saber o que não sabem, “entram” na festa sem convite, “pensam” que sabem de tudo, “acham” que a tudo e a todos controlam e enganam. Iludidas! Fingem boazinhas. 
Escondem na religião sua verdadeira cara!

Trazem em seu interior,  orgulho inveja e soberba, espalham negatividade por onde passam. A marca que caracteriza e distingue essa tropa, é a “teimosia nata” ou, a “burrice genética”. E, não importa a classe ou profissão, tem e dá de tudo - ricos e pobres, jovens ou crianças, trabalhadores ou desempregados/as, adultos ou idosos, doentes ou sarados, pedintes ou abastados, juízes/as, professores/a, estudantes, engenheiros, médicos/as, advogados/as, lavradores, arquitetos/as, camponeses, sim, tem de tudo. 

Esses tipos, nunca conseguem distinguir a sabedoria da inteligência, a montanha do alfinete, o diamante da lama. São pessoas decididamente teimosas e burras! Tudo o que acontece na vida delas, “se for um acontecido bom”, elas foram responsáveis, MAS, se acontecer algo ruim ou, não muito bom, “na hora exata, elas culpam os outros.”  A culpa é de fulano! Essa é a frase mais dita por esse tipo de gente. São incapazes de dizer, “opa, desculpa, foi mal”, ou ainda, “ops, de fato eu errei”. Ao contrário, continuam no mesmo substrato da teimosia. E afirmam: “estou com a razão.” Vivem culpando os outros pela própria burrice e estupidez. Essa tropa é incorrigível, não tem cura. Nem Deus consegue tirar a “teimosia ali incrustrada”, aliás, essa tropa cria um deus de estimação. Pois afinal, essa gente toma decisão de acordo com “deus-fantasma criado”. Dessa forma estão sempre corretos. Criamos um deus à nossa imagem e semelhança, com isso, evita distinção. 

Ouviram no vídeo? "Fica quieta, tira ela daqui". 
Uma pergunta feita aos bolsominios ou a Bolsonaro, a resposta é só uma: e o Lula? E o PT? 
Os caras sonham dia e noite com Lula e com o PT.

Descartes, no citado anteriormente, escreve: “O bom senso é a coisa do mundo melhor partilhada”, sim, faz sentido, ele continua, “[...] pois cada qual pensa estar tão bem provido dele, que mesmo os que são mais difíceis de contentar em qualquer outra coisa não costumam desejar tê-lo mais do que têm”. [Abrindo um parênteses rapidinho. Alguém lembra daquele juiz que, a qualquer preço queria ser chamado de doutor?] Pois bem, não estamos pensando nessas pessoas, elas estão acima do bom senso.

Sim, concordo com Descartes, nós temos a razão - racionalidade, temos raciocínio. Sim, todos nós temos a racionalidade, mas, o que de fato importa não é “ter a razão”, mas, saber como aplicá-la. Todos nós somos providos do bom senso – inteligência. Ter “bom senso” pouco ajuda, na verdade, nada ajuda se não sabemos aplicá-lo retamente. 

Nós temos presenciado e vivido isso todos dias no Brasil e no mundo, as instituições políticas, religiosas, educativas e as midiáticas, essas, unidas numa única instituição, “a da não distinção”, ou mais exatamente, “a do tudo junto e misturado”.

A Religião

A RELIGIÃO 

A religião é uma coisa tão linda...💗 uma das atividades humanas mais sublimes. Essencialmente bela por natureza. Desconheço outra atividade humana tão serena, tão  maravilhosa, tão encantadora. Alguns nomes como, o de Mahatma Gandhi, Joana Darc, Clara de Assis, Maomé,  Moisés, Dalai-Lama, Francisco de Assis, Sidarta Buda, Chico Xavier, João Calvino,  Tereza de Calcutá, Lutero, Jesus de Nazaré✝️, Martin Luther King e, alguns poucos outros, deram "sentido profundo" ao sagrado.
Por outro lado, quando você escuta e visualiza um   charlatão 👇desse do vídeo,👺 putz, dá uma tristeza danada. Um tipo desse jamais retirou as sandálias e, ensina o outro a fazer o mesmo. 

Ao pensar a religião não estou referindo-me a religião cristã, budista ou, outra qualquer, estou refletindo sobre seu sentido e a sua gênese. O ponto de chegada e o ponto de partida da reflexão é tão-somente, a religião em seu genuíno conceito.

O homem é um ser pensante,  ele está sempre refletindo, isto é,  ao pensar, depara com as questões -  problemas. E, não existe nenhuma questão que ele coloque, em que "ele" não esteja implicado, isso disse Heidegger, quem interroga está sempre implicitamente afundado na questão, já se envolveu. A partir disso, queremos resolver os problemas, seja da vida, da morte, das vicissitudes, das tristezas das angústias, sobretudo,  da nossa curiosidade. Todos nós temos o imenso desejo de saber as nossas raízes. De onde viemos? Para onde vamos?  Isso é natural. Essa questão está enraizada dentro de nós. Somos filósofos sempre. Qualquer pessoa pode e tem direito de dizer, "eu acredito nisso";  "eu não acredito naquilo";  "sou ateu", "sou agnóstico". Essa questão está dentro da pessoa. Estamos diante de escolhas, podemos fazê-las ou não. Estamos  "diante de possibilidades", reconheceu o filósofo, Kierkegaard.
Independentemente de escolhas, a dúvida é constante -  permanente. Sempre  ronda e volta a mesma pergunta.
De onde vim? 🤔
Para onde vou? 🤔 
Quem sou eu? 🤔
E, não adianta fugir, aqui não dá para colocar um véu qualquer e ficar de boa. 
A questão está dentro de cada pessoa. Entendido como ser,  neste sentido, o homem é incompleto😥, 
necessitado do infinito,🙇‍♀️ ,
sempre insatisfeito existencialmente,😥perambulando pelo universo,  vive  angustiado. 🤨
É sim, um ser carente😓.

Daí, o homem cria - inventa a religião, e nisso está a beleza criativa do ser humano. 
A religião não pode ser descoberta, a beleza está na busca, daí, o sentido do sagrado.  É o "escondido" que faz o homem buscar. Isso é Filosofia.😘

Os religiosos, as religiosas, os fiéis, os crentes do mundo contemporâneo, (nosso tempo) sobretudo, nas últimas quatro  décadas, fizeram da religião um covil de ladrões. Aqui, é possível entender o "ópio do povo" de Karl Marx.
- Políticos fantasiados de religiosos🤥 
- pastores vestidos de políticos, 👿
-crentes enganadores e mentirosos,👹 
- religiosos antipáticos e mesquinhos ☠️
 - padres sem compromisso e acomodados, 🤥 
- fiéis moralistas e briguentos😈. 
Esses, são, em sua grande maioria, mentirosos, astutos,  usam o nome de Deus para satisfazerem interesses. Que pena, fizeram da religião o antro da descoberta, por isso Nietzche ficou puto, entretanto, ao final de sua vida ofereceu flores ao Deus desconhecido.

Mas, os espertalhões do templo descobriram Deus. Dele, se vestiram, e se tornaram "um". Que pena 😿

A religião, 💗 por sua beleza infinita, pela sua natureza sublime, pela sua condição transcendente não suporta pés imundos. 😈

A antiga lenda judaica revela um pouquinho desse sentido,  não o de Deus, mas sim, o do "sagrado."

 " Não te aproximes daqui. Tira as sandálias de teus pés,  porque o lugar em que te encontras, é uma terra santa".

Moisés entendeu isso, óbvio, com muito custo. 

Caramba, a geração de religiosos da nossa sociedade é insuportável. Se não são piores, empatam em ruindade com os políticos.
Eu afirmo sem medo de errar, essa geração corrupta nascida aos pés do 👺bolsonarismo👺 é a pior de todas que tivemos na história.

A religião é um ato humano e coletivo. A religião é uma atividade privada que pode acontecer no coletivo, na verdade, só tem sentido no coletivo. Nunca vi um animal procurando Deus, a religião é uma atividade humana, essencialmente humana, o ponto final da religião é Deus. Mas, o que se procura e busca é o "sagrado",  não a descoberta.
Voces descobriram Deus e Dele fizeram um engodo.

A religião deveria ser a orientação do homem para algo que considera santo - sagrado. Para o filósofo medieval, Tomas de Aquino - a religião é a orientação do homem para Deus. 
A religião é uma atividade do homem, ao mesmo tempo é uma atividade do sagrado. E, nesse sentido, o sagrado pode ser algo simbólico, pode ser algo material, impessoal. Explico isso melhor tendo como exemplo, os bolsominios e Bolsonaro.

Os crentes e cristãos bolsominios fizeram do Bolsonaro um mito, trocaram Deus pelo mito, fizeram do mito algo sagrado. Aí é foda!

Ou seja, os bolsonaristas cristãos idealizaram o mito como algo SAGRADO,  e em torno dele se uniram numa só corrente - eles dizem em unanimidade, "somos patriotas" e, todos aceitam.

Cara, que delirio foi esse?

domingo, 1 de dezembro de 2019


TRIBUTO AOS VENCIDOS NÚNERO 3 – YURI!

https://www.youtube.com/watch?v=9yKKsEPxEw0


No dia 25 de julho de 2019, ainda em vida, o jovem Yuri B de Oliveira postou em seu Facebook alguns versos de uma canção do inesquecível cantor e compositor brasileiro, Taiguara. Podemos ler na rede social desse menino que, a pouco nos deixou em prantos: "🎶 E que as crianças cantem livres sobre os muros, e ensinem sonho ao que não pode amar sem dor, e que o passado abra os presentes pro futuro, que não dormiu e preparou o amanhecer...🎶"
Nesse dia 25 de julho, Yuri refletia sobre um dos mais profundos versos do já falecido cantor e poeta. Radicado no Brasil, nascido em Montevidéu, no Uruguai, Taiguara é considerado um gênio da música da época da ditadura militar. Viveu o cantor, intensamente os porões da ditadura, é sem dúvida, disparado, na minha opinião, o maior e melhor compositor brasileiro, não ficando atrás, nem de Chico Buarque ou de Gilberto Gil, seja no quesito letra ou harmonia, um letrista inimaginável, um instrumentista fantástico. Sem dúvida, Taiguara revelou em suas letras e canções, nossas feridas históricas e nossas cicatrizes culturais. Na introdução da música, Taiguara expõe sua situação musical perante a censura da época. E, o menino Yuri parecia entender muito bem o que ali se passava.
“Dona Marina, isso é uma aliteração, a senhora sabe que é uma aliteração!” Afirmava o músico à sua parceira de composição forçadamente imposta pela ditadura, e, logo, detalhadamente, explicou em versos cantando: "Você paga o pão, o pó, a pedra, a pólis e a poluição." Toda essa circunstância vivida pelo cantor, certamente, o jovem Yuri, em certo sentido, talvez, nesse dia percebera a clareza e a beleza dos versos, mais que isso, tenho quase certeza, “ele soube perceber, aquela estranha força que apropria, explora e mata a beleza da vida.
Se acessarmos sua rede social, é possível compreender um pouco sua trajetória de vida, seu estilo de pensamento, “seu modo simples de ser”, mas, também, é perceptível, sua profunda insatisfação com a crueldade do sistema social. É possível perceber sua alegria de viver, mas, também sua luta incansável para permanecer enraizado nesse solo de ninguém. É possível perceber sua profunda angustia, sofrimento e aflição, nessa intensa, esmagadora e infinita dor, revelada finalmente, em sua última postagem.
Carrascos Yuri, Carrascos! Conheço este tipo de longe, desde pequeno aprendi e percebi rapidamente suas artimanhas. Algozes sempre estão e estarão à espreita!
Em 1963, Aldo Huxley escreveu: “Sabemos a espécie de sociedade de que gostaríamos de ser membros e que tipo de homens e mulheres gostaríamos de ser., no entanto, quando se trata de decidir como atingir o nosso alvo, a babel de opiniões conflitantes desencadeia-se. Quot homines, tot sententiae. No que se refere aos últimos fins, a afirmação é falsa; com referência aos meios, é praticamente uma verdade. Cada um de nós tem o seu próprio remédio patenteado, garantindo a cura de todos os males da humanidade, e, tão apaixonada, em muitos casos, é a crença na eficácia da panaceia que os homens estão preparados para sua causa, matar e serem mortos.”
Sua partida Yuri, e a de tantos outros/as como você, é um convite definitivo para aprendermos o amor. Amar não significa passar a mão na cabeça de ninguém! Amar é envolver profundamente com vida do outro em sua alteridade. Amar é saber entender o existencial do outro, o rosto do outro. A postagem de Yuri, em definitivo, é um convite para aprender o amor, a bondade, a afeição, o afeto, a afabilidade, a inclusão, a benevolência, a amizade, a compaixão, a clemência, a benignidade, a partilha, a compreensão, a dedicação e a fraternidade entre nós! Aqui sim, temos, de fato, uma tarefa árdua, diferentemente dos textos que escrevemos. Costumo ler isso na introdução de muitos textos: “Esse trabalho é uma tarefa árdua” ; “pesquisar esse objeto é uma tarefa árdua”; mentira, enganação pura! A quem queremos enganar ou convencer? O desafio de aprender a amar sim, verdadeiramente é uma tarefa árdua e intensa. Uma coisa me incomoda profundamente nessa vida, é que, “sabemos tão facilmente aprender todo tipo de insignificância e banalidades, sabemos perfeitamente praticar o ódio! Entretanto, o amor fica sempre distante. Uma cultura de morte há muito se instalou entre nós! Se é verdade que, é impossível pisar nos freios como escreveu, o brilhante, Yuval Noah Harari, em seu livro Sapiens, pelo menos, eu afirmo: é possível cultivar um pouco de amor, um pouco de bondade, um pouco de afeição, um pouco de cuidado e afeto com o outro. E, aqui, não me refiro tão-somente ao papel que tem assumido a ciência ou as instituições de ensino, mas, toda e qualquer instituição social: as religiosas, políticas, jurídicas, econômicas, mercadológicas, dentre outras. Do ponto de vista do ensino, “que saibamos amar e compreender o/a estudante, em sua amplitude e totalidade existencial. Não importa se é jovem ou criança, se é azul ou preto, se é branco ou amarelo, azul ou verde. Amar é sobretudo, querer bem ao outro, só isso! Pelo menos um pouquinho, isso faz um bem danado!
Erik Hobsbawm, em 1991 já nos alertava, “Se a humanidade quer ter um futuro reconhecível, não pode ser pelo prolongamento do passado ou do presente. Se tentarmos construir o terceiro milênio nessa base vamos fracassar, ou seja, a alternativa para uma mudança da sociedade é a escuridão.”
Diferentemente, Yuri não fez aliteração tal qual Taiguara tão bem sabia fazer! Ele expressou de forma clara, límpida, nítida, precisa, sem rodeios, lúcida, Yuri soube escolher literalmente cada palavra, como um hábil poeta e escritor, revelou-nos sua dor e a de tantas e tantas outras pessoas que nos rodeiam todos os dias. Na sua cartinha de despedida e desespero, Yuri expressou sobre “a gravata que lhe sufocava”, aliás, poderia nem ser essa gravata. Ele retirou de seu coração, tudo aquilo que lhe importunava, extraiu de seu peito tudo aquilo que lhe magoava; retirou de seus ombros todo peso de uma vida, vida que o violentava! Vida, onde “o vento forte quebrava as telhas e as vidraças” de seu âmago. Assim, como Taiguara, em seus versos, Yuri, revelou sua realidade explorada por uma força estranha, que explora e mata. Cantou Taiguara: “Trago em meu corpo as marcas do meu tempo, meu desespero, a vida num momento, a fossa, a fome, a flor, o fim do mundo” ; “Trago no olhar imagens distorcidas, cores, viagens, mãos desconhecidas”; “ Hoje a minha pele já não tem cor, vivo a minha vida seja onde for. Hoje entrei na dança e não vou sair, vem, eu sou criança não sei fingir. Não, não foi egoísmo Yuri, não foi!
Repito, Yuri não fez nenhuma aliteração. Um engenheiro em potencial para por aqui, um poeta nato, para por aqui! Um jovem de vinte e poucos anos, se afasta de nós. Ele não foi o primeiro e nem será o último. Nessa minha trajetória docente tenho enxugado lágrimas e lágrimas de muitos estudantes, também, amparado mães e pais desesperados! Agora, entendo profundamente o elo que Yuri tinha com os versos do cantor Taiguara.
Mas, agora, amanheceu Yuri! Agora amanheceu Yuri!
🎶E que as crianças cantem livres sobre os muros, e ensinem sonho ao que não pode amara sem dor, e que o passado abra os presentes pro futuro, que não dormiu e preparou o amanhecer...🎶 Sim Yuri, agora amanheceu!
Carrascos Yuri, torturadores! Conheço a quilômetros de distância esse tipo, escuto de longe o ruído de suas correntes todos os dias. Desde muito jovem aprendi a desvendar sua linguagem refinada e erudita, ao mesmo tempo, aprendi a desvelar também suas intenções e ações enraivecidas e traduzidas em ódio. Algozes sempre estão e estarão à espreita! Tratando-se de Friedrich Nietzsche, Deleuze, traduziu um pouco de seu projeto: “Não encontraremos nunca o sentido de qualquer coisa, se não conhecermos qual é a força que se apropria da coisa, que a explora, que se apropria ou nela exprime”, Portanto, o projeto de Friedrich Nietzsche revela que “qualquer força é apropriação, dominação, exploração de uma quantidade de realidade."
Numa postagem do mês de janeiro de 2018, Yuri curtiu uma página intitulada “Graduação da Depressão”, com os seguintes escritos: “Antes que sua nota saia, eu quero que você lembre disso, você vale muito mais do que a nota em uma prova!”. Logo abaixo dessa página, uma foto do caderno de exame do Enem, nesse, bem no centro, com canetão preto, podemos ler a seguinte frase:
"VOCÊ VALE MAIS QUE ESSA NOTA!"
Aqui, nessa afirmação não estaria escondida essa força que domina, explora e arruína o verdadeiro sentido de uma instituição de ensino? Aliás, de qualquer instituição. Nós, homens e mulheres somos geneticamente dependentes dessa força estranha e exploradora. Em sem livro Sapiens, Yuval Noah Harari entende que, podemos até, por um breve instante estimular nossa bioquímica, “mas logo voltamos ao ponto inicial.” Aqui, ninguém salva meu caro, aqui ninguém escapa doutora! Exatamente por isso, foi dito por um sábio: “E, que ninguém se atreva a julgar o outro.” Sim, não devemos a ninguém julgar, isso não compete a nenhum homem ou mulher. Esfregar na cara uma idiotice é também amar em profundidade! Mas, que isso, não seja "a nossa justificativa" para estilhaçar vidros na existência individual do outro! Uma coisa é uma, outra coisa é outra. Sempre repito, fazer filosofia é saber distinguir o porco do leitão!
Numa perspectiva da suposta educação que propõe o suposto ministério dessa, em certo sentido, esse, arruína o sentido da educação e da escola, uma vez que, o suposto ministério não faz distinção entre esses termos. De fato, os grandes problemas humanos ou, “os problemas filosóficos surgem quando a linguagem sai de férias; as confusões de que nos ocupamos surgem quando a linguagem é como um motor funcionando à toa, e não quando está fazendo seu trabalho”, afirma o filósofo, Ludwig Wittgenstein. Perdido em sua finalidade, o Ministério da Educação é simplesmente um ministério das escolas, se pensarmos com fundamento linguístico, é um ministério das coisas da escola, ele, tão-somente cuida, "apenas das coisas da escola" e, não cuida daqueles/as que ali trabalham, docentes e servidores, esse suposto ministério não tem devido cuidado com aqueles que por ali se formam ou, pelo menos, lutam para tal. Pensou e escreveu Coêlho, “Escrevemos e falamos educação, mas lemos e entendemos escola.” Reduzida a educação a escola, as duas perdem sua natureza e seu sentido. Reduzida a coisa, ou, a um objeto a ser transmitido e socializado, a escola navega e afunda feito o Titanic. Obviamente, reduzida a coisa, deixa de ser processo de vida, logo, não emana alegria, ao contrário, avança em tédio e cansaço! Logo, a escola perde o que de mais nobre possui: “o saber”! Instrumentalizado, esse é encadernado e trancafiado num modelo e num esquema vazio. O “saber” ou, o “conhecimento” que por ali circula é morto, é aprisionado, é encarcerado, logo, não é vivo, não é borbulhante, não faz quem ali está, perceber o sentido da vida, da cultura, da beleza e da alegria de ser gente, mais que isso, não revela verdadeiramente o sentido do estudar e do ensinar. O saber é trancafiado em gavetas e distribuido socialmente. Instrumentalizado em um sistema de algoritmo. Sem dúvida, a escola é um espaço fragmentado, arrebentado, estilhaçado e fundamentalmente instrumentalizado, logo, o saber perde sua conotação científica, cultural, educativa, poética, dinâmica, artística em detrimento da maioria das pessoas que ali passam. O saber que ali circula, sendo morto, ao mesmo tempo, é socializado, com efeito, perde-se o pessoal, perde o coletivo, perde todo o mundo. Como um Titanic, a escola afunda sem perceber, seu sentido social se mistura com a banalidade, sua natureza e sentido ficam reduzidos ao mundo e a esfera do mercado. Só isso! A nobreza do ensinar e aprender foi destituída de seu trono. Nossos problemas de escola não estão, tão-somente, “na falta de dinheiro que é fatal”, nem, necessariamente, "no despreparo de muitos docentes, ao contrário, nossos problemas são problemas fundamentais de cultura, isto é, de formação cultural," explica Coêlho. São problemas, sem dúvida, de entendimento histórico, cultural e político de primeira grandeza. Nossas políticas públicas e educacionais não são educativas! Não leva ninguem a parte alguma. A clássica mão invisível de Adam Smith, nesse nosso tempo sem tempo, nunca foi tão incompreendida. Que pena!
Trazer aqui essa questão, é sem dúvida, trazer de volta o "Yuri e os seus", é de fato, não o esquecer. Esse não foi o seu último pedido em sua última postagem? Eis aqui, “um tributo a ele.”
Portanto, pensar o significado do sentido amplo da educação, bem como, investigar o sentido da dimensão educativa da escola e do trabalho que essa realiza, podemos perguntar: o que tem prevalecido como meta e prioridade na sociedade contemporânea? O sentido de educação é entendido como paideia, como cultura, como civilização, como formação viva e borbulhante do homem? Privilegia de fato a formação integral do homem e da mulher? O que se privilegia não é a escola entendida como lócus de criação e invenção de ciência, de cultura de humanidades, de artes, de letras, de dança, de música, do teatro, mas sim, lócus de plágio, de cópia e repetição, de violência, de chateação, de indisciplina, de domínio, de intrigas políticas, de sacanagem! Portanto, é muito mais lócus de desequilíbrio formativo, do que propriamente, espaço de conhecimento, de formação verdadeira e de saber. O que tem prevalecido não é a educação em seu sentido amplo. A técnica - o know-how, a ciência, o poder do mercado e das grandes empresas reduziram o sentido da educação à escola e essa à coisa. A educação em seu sentido pobre e rasteiro é socializada e transmitida, ao mesmo tempo, reduzida ao mundo produtivo: o ensino, a pesquisa, e a extensão são realidades que, além de fragmentadas, estão reduzidas também ao plano do comércio e das grandes empresas. A educação, em seu sentido pobre e rasteiro é socializada e enraizada ao mundo das estatística, dos números, das notas, do desempenho dos cursinhos, do resultado final do provão, dos antigos vestibulares, portanto, do Enem, (Exame Nacional do Ensino Médio) – do provão – Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), isto é, do treinamento, do pontual, do efêmero, da eficiencia, da eficácia, da técnica e do consumo. Nada mais além do que essa pobreza! A própria dimensão educativa da escola, sobretudo, do ensino superior, se vincula ao mercado isso é fato. O ensino, a pesquisa e a extensão se confundem ao plano do mundo dos negócios. Essa é a realidade, e daí? Nós necessitamos aprender muito, ou seja, é preciso aprender a saber fechar a boca na hora certa! “ Muito mais que fechar a boca, precisamos voltar ao estudo! Sem dúvida, é preciso aprender novamente o que um dia aprendemos, o saber muda constantemente, ele não é pronto nem acabado, o conhecimento, é como uma no mar, ao tentar surfar, a onda já passou. O saber é dinâmico.
Precisamos todos nós,” assim como um vigia, “ficar mais atentos”, “sensíveis”, “e dar a mão, o abraço, o apoio, a palavra certa na hora certa. E como amigos/as e companheiros/as, colegas, docentes, agirmos sempre na busca do bem, da felicidade do outro.” (Coêlho)
Termino aqui esse simples tributo ao menino Yuri, implorando ao universo e ao deus escondido que, nos inspire: um espírito inteligente, santo, único, múltiplo, sutil , móvel, penetrante, puro, claro, inofensivo inclinado ao bem agudo, livre, benéfico, benévolo, estável, seguro, livre de inquietação.

sábado, 23 de novembro de 2019

COMO OS HUMANOS CONHECEM?

COMO OS HUMANOS CONHECEM? 
Para as/os estudantes de filosofia da educação da UFJ.



Como os humanos conhecem? Numa perspectiva linguística como isso acontece? Quando falamos, quando dialogamos, quando conversamos, até quando escrevemos, como ocorre a questão do conhecimento em nossa linguagem?
Existem três sentidos de conhecer: o da familiaridade, o da habilidade e o da proposicionalidade ou o proposicional.
Faz assim, é bom em primeiro plano, tomar os verbos "conhecer" e "saber" como sinônimos.
Como nós, humanos, conhecemos?
Por exemplo, o estudante de filosofia da educação, está a olhar para o quadro, entretanto, Luciene, sua colega de classe, afirma que Cleuzo sabe que o quadro é verde. Nada disso, ela não sabe se realmente Cleuzo sabe se o quadro é verde. Outro exemplo, você está em sua casa, com sua família e, logo alguém diz, o bebê da Jordana conhece a Adriana Borges. Supostamente esse alguém apenas afirma. Como esse alguém poderá saber isso com certa razoabilidade? Essas frases são frases que caracterizam o conhecimento por familiaridade. Tem algumas situações engraçadas, as vezes, escutamos as pessoas dizerem, "meu cachorrinho me conhece" , eu afirmo, não conhece não! Essa pessoa até poderá dizer isso, tem esse direito, no entanto, é tão-somente, uma suposição. Ou, outras vezes, dizem, "o leitãozinho conhece o lugar onde mora." Nunca! Frase da familiaridade também.
Mais um exemplo, você vai para a escola, escuta os/as professores/as enchendo sua cabeça de lorotas científicas, que nem mesmo eles/as as vezes, sabem o que estão a tagarelar. O pior da coisa é, quando, estudam alguns anos a mais, depois, voltam para a realidade como doutores e doutoras, aí o trem pega! O indivíduo estuda o rabo do gato e afirma ser rabo do macaco. Então, você volta da escola, daí, diz decididamente, " agora eu conheço de verdade o rabo do gato, eu afirmo, conhece nada não, nem do gato nem do macaco, imagina apenas, simplesmente aprendeu alguma coisinha.
Aprender não é sinônimo de conhecimento. A nossa própria linguagem é bem enrolada quando se trata dos sentidos do conhecer. Num outro sentido, diferente do conhecer por familiaridade, encontremos o conhecimento por habilidade: as vezes escutamos as pessoas dizerem, fulano de tal sabe jogar xadrez, ou, a Jesiane sabe jogar vôlei. Verdade, naturalmente ela aprendeu a jogar, criou-se uma habilidade, mas, obviamente, isso, não tem vínculo lógico com o conhecimento, é apenas uma habilidade. Impossível repassar esse tipo de conhecimento. Finalizando nossa rápida reflexão, então, temos de antemão, dois sentidos de conhecer, o da familiaridade e o da habilidade, já afirmo, nenhum deles garante suficiente bem, a possibilidade do conhecer, isso nada tem a ver com o conhecimento proposicional, ou, com o saber proposicional. Daqui deriva o terceiro sentido do conhecer, o da proposicionalidade, isto é, das proposições. Quando eu digo, por exemplo, frases do tipo, "eu sei que Andressa conhece a joana," ou a, " maria sabe que hoje está frio", estamos num outro patamar do conhecer. Percebam, essas últimas duas frases são distintas das frases da familiaridade e da habilidade. Aqui, podemos entender o saber como, "certo estado de frases". Aqui, em certo sentido, foge a opinião, a dúvida, o embaraço, esse tipo de conhecimento é o conhecimento proposicional. Aqui, o conhecimento ganha um certo status, que, garante sua titularidade. E, é esse tipo de conhecimento que para nós humanos, tem, de fato, algum valor, talvez, possa esse, te salvar da selva. Entendam, talvez, quem sabe! Nesse último sentido, podemos afirmar que, "pelo menos, agora, temos condições de verificação, isto é, de análise, sem duvida, isso garante o trabalho da filosofia. Tanto na selva como na ciência, parece que são pouquíssimas pessoas que conseguem entender a profundidade, a extensão e a dimensão das armadilhas dos sentidos do conhecer, enfatizo, as armadilhas da linguagem, sem dúvida, em grande parte ela veda o sentido dos conceitos!

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

PODCAST

PODCAST - globo, globo news - enganação certa, "é de endoidecer gente sã", imortalizou Renato Russo.

Sim, seria um idiota incorrígivel inverter o seguimento, a performance e o desenvolvimento da esfera midiática,da eletrônica, da informática, e de seus milhares de recursos, longe disso.
Aqui, o assunto é outro, a crítica tem endereço.
"Mais um recurso midiático", "apenas mais um." Lembram quando a rede globo fez uma campanha enorme para esclarecer e de graça doar “aquele conversor digital”?
Pois é, nada nessa vida é de graça. Nós sabemos disso, entretanto, caímos sempre no mesmo buraco, que sina! Minhas estimadas e caros leitores/as, nadinha cai do céu, com exceção, é claro dos ventos e da chuva, essa, cai e molha a terra árida, daí fertiliza o solo, ao mesmo tempo, mata a fome e sede dos animais, por sua vez, o vento, a brisa refrigera o rosto do “homo demens.”
Entretanto, nada de novo no front. Aqui no Brasil, pouquíssimas pesssoas utilizam os podcasts. No país da corda bamba, da imitação, da repetição infindável, do kkkkkkkkk rídiculo, e da repetição terrivel do #, em pouco tempo, isso vira mania nas academias, pelo menos já virou na opção música! Esqueletos a pular e dançar sem saber a razão, mas, tudo bem, cada qual ao seu estilo e direito. Falam e expressam saúde, mas, entendem estética, corpo!
Caramba, isso é demais, vinte minutos de podcast, ou melhor, "vamos ficar vinte minutinhos escutando intelectuais comprados, enlatados e amarrados?" Esses sim, são Idiotas oportunistas, perdão por utilizar aquele trocadilho mal feito do senhor Bolsonaro, entendo-o, homem de poucas letras, acostumado e mimado no senado. Não tenho problemas com ele!

Prossigo, vinte minutinhos para ouvir "brevemente" informações controladas, encomendas, deteriorizadas, usurpadas, deturpadas, tiranizadas, adequadamente ajustadas ao modelo dos senhores da Casa Grande! Sim, da globo, globo news e cia.
Lá é possível ao mesmo tempo, ver e ouvir o/a (jornalista ou reporter ) afirmar: "- Temos um time da política", eu afirmo, não tem não! Time esse que não joga, ao contrário, trapaceia e sacaneia, ou não? Onde esses jornalistas formaram meu Deus do céu?
Se alguém do povo simples elabora uma coisa assim é aceitavel, mas, esses senhores/as, jamais. Ta na cara, tudo tem uma meta, os objetivos são fatais! O povo, em sua grande maioria não tem grandes metas, são escravos do trabalho! 14 bilhões sem emprego! A meta desse povo é sobreviver!
Repetem os globais e famosos:
"Temos um time da economia", eu afirmo com segurança, "não tem não." Time esse que apenas fantasia a realidade.
Para ser sincero, esses/as senhores/as utilizam como intrumento fundamental para enganar "o mito", não estou me referindo ao Jair Bolsonaro. Entendam, a etimologia da palavra mito significa, "representação fantasiosa da realidade", deixamos o Bolsonaro quieto,o avião dele já desgovernou a muito, deixe ele.
Mas, a Casa Grande continua incessantemente a interpretar a realidade segundo a voz do Senhor de Engenho. Os/as senhores/as confundem a REALIDADE da sociedade, logo das pessoas. A Casa Grande faz BAGUNÇA, NÃO EXPLICA, ao contrário, desgoverna as informações. Assim fica difícil senhores e senhoras.
A interpretação dos dados é falsa! É corrompida! Não trás alento, não trás refrigério,o descanso passa longe. Lembram do William Bonner? Sua equipe teve coragem de mostrar ao povo brasileiro o pacote "Kit Gay", o que na verdade alinhou-se as idiotices do senhor Jair Bolsonaro, acusando o ex candidato Fernando Hadaad do PT, como criador do "Kit Gay."
Isso se chama mentira, maldade. Pergunto, alguém prova essa bobagem? Mas, todavia, em vinte minutinhos o "podcast", novidade da globo news é capaz de provar. Que pena!
"A origem do material remonta a 2004, quando Haddad ainda não era ministro da Educação. Foi naquele ano que o governo federal lançou o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra GLTB e Promoção da Cidadania Homossexual”. (EL PAÍS - 19 de outubro de 2018) É muita cara de pau, é fake, é mentira, enganaram e continuam a enganar o povo. A Casa Grande deveria ser processada juntamente com o até então, senador Jair Bolsonaro. "Informação falsa" ,"mentirosa" ,"enganadora."
Ali, enganam exatamente 24 horas os/as acordados/as de plantão - os/a bravos/as e os/as inteligentes assinantes!
Óbvio, é uma pequena parcela do povo que veste a camisa amarelinha e joga tomates no STF. Costumo afirmar, essa classe, aumentou sua renda um pouquinho, logo, subiu apenas um degrau na escada, pior, pela porta dos fundos. Isso não é bonito. Alguns/as subiram perfumando os patrões, outros/as roubando mesmo! Aqui, falo de uma pequena parcela do povo e enorme parcela dos políticos do Brasil.
Novamente insistem os globais:
"- Boa noite para todo mundo",
"-Boa noite aos nossos assinantes!",
Deus me livre. Como assim? Boa noite para todo mundo e para os nossos assinantes?" Jogada midiática quase perfeita! Quase!
O MUNDO NÃO ASSISTE e nem ADORA os/as senhores/as, mas, tão-somnente, uma pequena parcela, aquela que veste a camisa AMARELINHA do Brasil. Essa classe reproduz a infomação globalizada como coelhos! Férteis e produtivos, igual a uma turminha que conheço bem! Pobres intelectuais! Doutores/as da arrogância! Compraram a beca e o diploma! Opa, mas conhecem muito bem a teoria, como ninguém, tem tudo arquivado na memória. Só na memória, a prática é vazia, nula. Nunca passaram dificuldades, direto passarm do berço para as melhores universidades do mundo. Entretanto, pouco aprenderam!
Ouvir e escutar a globo news, a globo, Bolsonaro, Damares, Andreia Saadi, Camaroti, Flavio Bolsonaro, genereal Heleno, Herado Pereira, Natuza, Guedes, Abrahan e cia, "é adoecer na certa". Poetizou Renato: "endoidece gente sã." Nosso povo a cada dia adoeçe com as palavras e maldades dessa tuma seleta! Essa turma amola facas para outros se cortarem! A ferida é profunda, isso deixa marcas!
Percebam no ar: um ódio sem tamanho perpassa e atropela a humanidade inteira, não somente aqui no Brasil.
Nosso povo adoece e padece aos poucos: doentes de ódio, de raiva, de ressentimento profundo. Muitos/as estão emocionamente cansados, psicologiamnete fracos e atordoados, outros/as já sem recursos! Tem "um", percebam: forçadamente foi enviado para clínica, tipo SPA, antigamente denomiada: hospício, ou hospital de loucos.
Dizem eles e elas, os globais " - Os números não mentem." Claro, as estatísticas, o desvio padrão, os gráficos do Sardenberg, lá é tudo desviado aos extremos. Atenção aqui: estamos tratando da forma que a interpretação é realizada e comunicada ao publico. Não me refiro numericamente, estatisticamente, muito menos, ao mundo da ciência.
Mas, a interpretação disso, e do que fazem com isso sim.
Os caras ou as jornalistas atropelam, entortam e controlam o jogo da informação. SACOU?
Os números não mentem, mas, os/as globais sim, esses mentem e muito.
Os podcasts, nesse caso, são recursos para desinformar a informação, logo, desinformam os assinantes e também o povo, isto é, alvoroçam a nação com mentiras. FAKE - FOFOCAS.
O jornalismo nesse caso perde sua credibilidade! Alias, o jornalismo brasileiro nunca foi fiel com o povo. O jogo de poder permanece, leiam por favor Michel Foucault.
Mas, apesar das trapalhadas, a imagem compensa e muito.
O mundo imagético negocia tudo.
Para desviar "o desvio padrão" ou seja, os globais e famosos querem sempre mais desviar o fato vivo! Eles ou elas fazem isso todos os dias. Explico, o acontecimento em si é transformado em bobagens news em encantamento e repercutido no cenário nacional.
Entendam, supondo, 2 +2 = 4, lá, eles e elas afirmam, = 8. Exemplo de hoje - dia 29/08/2019. O nosso pib está no fundo do poço. Quem não sabe disso? Um 0,4% de acréscimo se torna na cabeça deles e delas, 40% No fundo, tão-somente, escapamos de uma recessão técnica, ou seja, nossa receita ultapassou demasiadamente nossa despesa. Explico de outro modo: por exempo, uma família recebe ao final do mês 1.500 reais, mas, essa mesma família gastou 4.500 reais. Vai pirar a economia dessa família na certa. Gastou 3 vezes mais que recebeu
É isso, por pouco, mais um poquinho só, por um triz, quase chegamos ao fundo da lama. Lembram da invenção bem bolada das pedaladas fiscais da ex presidenta Dilma? Lá a economia foi ao fundo do poço. Aqui, acontece o mesmo, é o mesmo caso. Mais um pouquinho, recessão técnica na certa. Mas, aqui não tem golpe! A turma dos canalhas estão do outro lado e a Casa Grande domina o cenário. Pronto.
Entretanto, ELES e ELAS INISTEM EM AFIRMAR A MENTIRA, O EMBUSTE, A ENGANAÇÃO. Utilizaram no dia de hoje - 29/08/2019 a seguinte expressão: "a economia está, tipo assim: - "copo meio cheio" - "copo meio vazio".
Por favor Heraldo, Natuza, Sardenberg e cia. O QUE TEM o termo ROBUSTO nessa informação? HIPÓCRITAS. Olhem para o Brasil COMO um todo. Dizem os especialistas que moram na mesma casa: "- O segundo semestre vai ter uma subidinha" Vai sim, vai subir feito foguete, Maranhão que se prepare! Esse governo poderia fazer uma excelente administração! Tanto brigaram pela mesa, agora cabaram sentados no pasto.
Se os senhores e senhoras (globais) observassem por um momento, um homem, uma mulher, um/a jovem ou uma criança que come as sobras da comida do lixo, tenho certeza, os senhores e senhoras, certamente cuspiriam neles/as, assim como cospem midiaticamente todos os dias sem cessar. É a mesma coisa!
Os/as senhores/as defedem um governo de doentes de lunáticos! Já passou da conta a quantidade de besteira que escutamos do capitão! Percebam: dona Damares, senhor Guedes, senhor Abraham, senhor general Heleno (esse grita e berra tipo cabrito), senhor Jair Bolsonaro e seus mimosos filhos, senhor Moro, ilustre ministro, o senhor Deltam Dellagnol, excelente procurador. São deuses? Tem mais, estamos cercados de anjos, nossos procuradores e procuradoras.
Sutilmente alguns/as deles/as tiraram sarro na cara de um homem que perdeu esposa, neto, irmão. Isso não se faz nem com o pior homem da terra. Se vocês dizem amar esse tal Jesus, então siga ao menos seus preceitos. O tema não é esse? DEUS ACIMA DE TODOS? Ou o tema foi modificado? AGORAÉ DEUS QUE JULGA, PRENDE E MATA?
SERÁ QUE VOCÊS NÃO SACARAM ISSO ATÉ AGORA?
Ninguém merece ouvir essas besteiras e balelas dessa gente, pior que isso, uma parcela do povo aplaude. A tal senhora Jerusa pediu desculpas ao presidente Luis Inácio Lula da Silva. Quando esta senhora, gaúcha e procuradora da República e integrante da Força-Tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, implora desculpas, ela, em certo sentido, afirma necessariamnete a autenticidade dos diálogos do The Intercept Brasil.
"Errei" Afirma ela em sua conta no Twitter " E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula." o senhor Moro também pediu desculpas, aliás, disse ele antes:" foi um descuido meu!". Descuido ministro?
Pedir desculpas nao trás ao coração do ofendido paz e nem alento. Por se tratar da morte de um neto, de uma esposa, de um irmão, tenho que expressar com segurança, foi desumano, foi cruel, foi sacanagem das grandes.
Se o cara roubou, e não o caso aqui, mas, se foi roubo, prove, mostre as provas junto a justiça. Prendam , entreguem a lei, entranto, fecha a boca! Não basta a prisão?
Quem nos concedeu o direito humilhar os outros?
Sois deuses? Na morte de entes queridos/as, pelo menos um pouco de respeito deve-se conservar..
Ou os/as senhores/as pensam que irão dominar para sempre o Brasil? Um dia a casa cai , aliás, ela está quase no chão. Também não é culpa dos/as senhores/as. Temos uma história triste, somos filhos de um patriarcado desgovernado, de uma colônia explorada, somos filhos da escravatura, de uma burocracia sem fim, de uma elite paternalista e preconceituosa. Todos nós somos responsáveis pela situação que vive o país, mas, por favor, julgar os outros dessa forma é crueldade, não é legal. Assim os senhores e senhoras arrebentam com a solidariedade e com a fraternidade. Ninguém consegue bem governar uma nação sem solidariedade. Assim não, por favor!
Do ponto de vista da economia não precisamos de um Sadenberg para infomar suas habilidades em gráficos políticos, nem de um Heraldo para falar bobagens!
Qualquer pessoa comum sabe onde pisa, o terreno econômico é simples. Vamos mercado passear? Seguramente constataremos isso juntos.
Mas, os senhores e senhoras da Casa Grande, tem cama, carro, comida e roupa limpa e passada! Aqui nesse submundo, vivem os mortais, aqui embaixo, "somos um zé ninguém"
"Quem foi que disse que a justiça tarda mas não falha?"
"Que se eu não for um bom menino, Deus vai castigar"
"Os dias passam lentos aos meses seguem os aumentos"
Cada dia eu levo um tiro (Que sai pela culatra
Eu não sou ministro, eu não sou magnata) (Biquíni Cavadão)
Mas, tem solução para você. Melhore sua vida, atualize de bobagens news! Como assim tem solução?
Basta agora o "podcasts", sitoniza na globo news, e terá em vinte minutinhos todas as informações necessárias. Pronto, você será a mulher ou o cara mais bem informado dessa "sociedade papel higiênico." Viva os globais e seus "podcasts", logo, serás feliz eternamente, assim como são, esses infelizes: "o ceú fica aqui em baixo, nele mora o cidadão de bem" Você é o cidadão de bem!
Sacou agora ou ainda não?
Saindo do assunto -
A Saadi conversou com Santos Cruz uns tempos atrás, o coitado sumiu, agora ela está dialogando com S Moro, se o barco tiver o mesmo destino, desaparece também o pobrezinho!